Estatística de Acesso

Dando uma fuçada no Google Analytics, uma coisa me chamou atenção, o número de acessos internacionais ao meu site nos últimos tempos. Fora o Brasil, que tem o maior número de acessos, naturalmente, outros 12 países fazem parte da minha lista de visitante. São eles:

[ 21 ] Alemanha (Germany);
[ 19 ] Estados Unidos (United States);
[ 15 ] Portugal (Portugal);
[ 09 ] França (France);
[ 08 ] Reino Unido (United kingdom);
[ 04 ] Suíça (Switzerland);
[ 02 ] Canadá (Canada);
[ 01 ] Áustria (Austria);
[ 01 ] República Checa (Czech Republic);
[ 01 ] Paquistão (Pakistan);
[ 01 ] Polônia (Poland);
[ 01 ] Países Baixos (Netherlands);

Outra coisa que me chamou atenção, foi que das 19 visitas dos Estados Unidos, 11 são diretamente de Mountain View na Califórnia (Vale do Silício?). Claro que isso não quer dizer nada, mas fico feliz de saber que mesmo meu site/blog sendo em português está sendo acessado com tempo médio no site de aproximadamente 3 minutos. Brasileiros que trabalham no Google?

Interfaces para Usuários Daltônicos

“O daltonismo (também chamado de discromatopsia ou discromopsia) é uma perturbação da percepção visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, manifestando-se muitas vezes pela dificuldade em distinguir o verde do vermelho. Esta perturbação tem normalmente origem genética, mas pode também resultar de lesão nos orgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica” - Wikipédia

E exatamente pensando em usuários com esse tipo de problema que Bernhard Jenny do Institute of Cartography, desenvolveu um pequeno programa chamado Color Oracle, que simula 3 tipos de daltonismos para o designer prestar mais atenção nos contrastes das cores na hora de projetar uma interface gráfica.

Os 3 tipos são:

Deuteranopia / deuteranomoly:
Afeta 5% dos homens e é o tipo mais comum.

Protanopia / protanomaly:
Afeta 2.5% dos homens e é um tipo raro de daltonismo.

Tritanopia:
Afeta 0.3% dos homens e mulheres e é extremamente raro.

O programa é bem leve, com apenas 130KB e não precisa nem ser instalado.
Esta disponível no site versões para Windows, Linux e Mac.

Por que um Blog Corporativo?

Estava lendo hoje um livro sobre Blog Corporativo do Fábio Cipriani e achei umas citações bastante interessantes sobre a importância dos blogs no meio empresarial e profissional. Entre elas…

“Para mim, perguntar por que você deveria usar um blog é como perguntar por que você deveria atender o telefone. Pode ser um cliente, um desenvolvedor que quer usar seus serviços ou um repórter que quer escrever sobre a companhia. Seus concorrentes atendem ao telefone, portanto você deveria atender também”.

Dave Winer
Membro da Harvard Law School e criador dos protocolos RSS, OPML e SOAP.

“Possuir o próprio blog será tão obrigatório quanto possuir um e-mail ou um telefone, quem não tiver um blog se tornará inútil”.

Jonathan Schwartz
Presidente da Sun Microsystems, justificando por que um CEO deve ter um blog.

Solução para deletar o IE6 de nossas vidas

Ultimamente venho tentando pensar em alguma maneira de forçar a exterminação por completo do nosso querido (bem ironicamente falando) Internet Explorer, da nossa querida (mais ironicamente ainda) Microsoft.

O Internet Explorer 6, ao longo dos anos, mais precisamente apartir do ano de 2001, veio se tornando o principal inimigo de qualquer desenvolvedor Web, simplesmente porque ele é fruto da atitude Monopolista da Microsoft ao vender seu sistema operacional Windows com o Internet Explorer já pré-instalado. Ela já foi processada por isso…

Internet Explorer 6 Dead

A questão agora é a seguinte, (agora não porque isso já é a principal e irritante questão sem explicação da vida dos desenvolvedores há muito tempo) devemos tomar medidas drásticas para que chegue o nosso tão sonhado dia do adeus ao IE6.

Parece exagero todo esse drama por causa de um simples browser? Pode parecer que sim, pois na visão do usuário comum, as duas únicas diferenças do Internet Explorer 6 para o 7 é o ícone na área de trabalho que ficou mais moderno e o próprio número 7.

Mas e para nós desenvolvedores? O que significa a insistência dos usuários em manter vivo o Internet Explorer 6? Para mim pelo menos significa: Tempo de desenvolvimento maior, simplesmente porque o IE6 quase não tem suporte aos padrões Web. Significa também ter que rodar uma máquina virtual com outro sistema operacional apenas para testar o site nesse navegador.

Significa não poder criar sites mais bonitos e inovadores, simplesmente porque o IE6 não suporta o Canal Alpha do PNG e muito menos seletores da CSS 3 (IE7 e IE8 também não suportam). Significa também inúmeras outras coisas que daria para escrever um livro só com as dificuldades que o Internet Explorer representa em nossas vidas!

Acho legal a iniciativa da empresa 37Signals que desde agosto não dá mais suporte ao IE6 em suas aplicações, se alguém quiser usar os serviços dessa empresa, terá que primeiramente atualizar o seu navegador. E essa é a iniciativa que todos nós, desenvolvedores, temos que tomar.

Não estou dizendo que devemos simplesmente para de testar no IE6, mas basicamente usar medidas que forcem e incentivem o usuário a migrar do IE6 para o IE7 ou outro navegador como Firefox ou até mesmo o Google Chrome.

Nesse site chamado: Save The Developers, é disponibilizado um script que é acessado apenas pelo IE6 através de comentários condicionais que geram uma mensagem para que os usuários atualizem o seu Internet Explorer. Caso eles acessarem o site com esse script - instalado pelo desenvolvedor - através do IE6.

Esse tipo de coisa que ainda falta, acho que compensa perdermos alguns minutos por dia tentando bolar soluções desse tipo, simplesmente porque economizaremos horas e horas de desenvolvimento desnecessárias caso finalmente o IE6 for para a lixeira.

Além também de podermos evoluir nossas técnicas pois os browsers terão suporte maior as novas tecnologias e diretrizes…

APP Globo Amazônia

A cada dia um novo aplicativo aparece na Web, ou melhor, aparece todos os dias uma nova idéia e de código aberto (Open Source). Depois do BudyPoke e Ortist no Orkut - que surgiram muito mais com o intúito de diversão - agora apareceu algo realmente inteligente baseado na API do Google Maps, o Globo Amazônia, do portal Globo.com.

A idéia é bastante inovadora e muito melhor do que isso, bastante humanista. Ao invés de ficarmos apenas desenvolvendo aplicativos inúteis, porque não seguimos esse exemplo e colaboramos de alguma forma com o planeta ou a sociedade em geral com alguma solução simples e gratúita?

É nisso que o Globo Amazônia aposta, pois com ele você poderá da sua casa colaborar com a fiscalização da Amazônia, denunciando regiões de desmatamento e focos de queimadas ilegais. Legal não?

Eu ainda não fiz o meu cadastro, mas penso em fazer e o mais legal de tudo, é que você pode integrá-lo ao seu Orkut, sendo assim, o tempo que você perde no Orkut apenas com besteira, poderá ser compensado ajudando o planeta!

“O mapa, chamado Amazônia.vc, é abastecido continuamente com informações enviadas por satélite para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados - que são os mais precisos e confiáveis sobre a região - passam por até seis atualizações diárias. Isso significa que é possível, por exemplo, acompanhar um foco de incêndio no momento exato em que ele está acontecendo”.

Google Chrome

Ontem dia 2 de Setembro de 2008, foi iniciada uma nova era! Pelo menos para os desenvolvedores Web que tanto sonhavam com o suporte as CSS3.

O Google lançou ontem o seu navegador/browser chamado Google Chrome, e pelo pouco que testei e usei, já fiquei encantado por sua rapidez, praticidade e o mais importante, sua engine de renderização (baseada na mesma do Safari da Apple, a WebKit) tem grande suporte às Folhas de Estilo nível 3 (CSS3).

Pra você entender a superioridade desse navegador, o Internet Explorer 8 que tanto se gaba de passar no teste da Acid2, tem suporte quase nulo, enquanto que o Chrome tem suporte a todos os novos seletores da CSS3.

Claro que eu ainda prefiro o Firefox por sua infinita variedade de extensões que facilitam muito a vida de qualquer desenvolvedor, mas creio que logo essas extensões também estarão presentes no Google Chrome.

É triste ainda lembrar que minha vida não mudará em nada, pois terei que continuar com a mesma mesmice de sempre:

Fazer malabarismos para dar suporte aos usuários que insistem em usar o Internet Explorer 6!

Ruby on Rails Review

Ultimamente estou bastante empolgado com o framework Ruby on Rails. Não só pela sua praticidade, mas também pelo fato de como ele está ilumimando a cabeça dos programadores, mais especificamente Web developers, com seu conceito minimalista e objetivo no processo de codificação e desenvolvimento. DRY - Don’t Repeat Yourself (Não se repita).

O Ruby on Rails não é uma linguagem de programação, Ruby sim, mas Rails é um framework baseado na arquitetura MVC (Model-view-controller), e tem em sua base praticamente tudo o que um desenvolvedor precisa para desenvolver qualquer tipo de aplicação Web.

Curso de Desenvolvimento de Sites com Padrões Web

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) - Campus Londrina, está oferecendo um curso de extensão para profissionais de Web e já está encerrando as aulas da primeira turma, da qual eu faço parte.

As inscrições para a segunda turma já estão abertas e podem ser feitas através da página oficial do curso até o dia 30 de agosto.

As aulas começam no dia 13 de setembro a terminam no dia 22 de novembro de 2008.

Eu participei da primeira turma e garanto que é um ótimo curso para quem ainda não sabe nada ou deseja aprender de forma correta os padrões Web (Web standards). O foco do curso é Usabilidade e Acessibilidade, mas também estudamos outras diretrizes de desenvolvimento, assim como também toda a recomendação da HTML/XHTML, CSS e Javascript (ECMA Script).

Vale a pena!

Google está deixando as pessoas mais Inteligentes

Apesar da falta de privacidade, o Google indexa praticamente tudo o que você posta/escreve na Web, e muitas vezes você é mais lido nos blogs dos outros do que no seu próprio blog.

Ao escrever “Mikael Carrara” no Google, encontrei no mínimo 3 páginas de sites indexadas com meu nome e na maioria dos casos, são os comentários em outros blogs.

É preciso tomar cuidado com o que escrevemos na Web, porque o Google acha e mostra pra todo mundo o que você escreveu, e isso pode afetar seriamente sua carreira profissional se você começar a escrever muitas coisas sem sentido e o Google com o tempo mostrar para todos quem você é, na verdade.

Basta apenas escrever seu nome e pesquisar, irá aparecer tudo o que escreveu ultimamente (ultimamente que eu digo é anos). E nesses anos você mudou de opinião mas infelizmente seu comentário está eternizado, e mesmo sua opinião já sendo outra, a escrita é que prevalece perante os outros.

As pessoas em geral já estão percebendo isso, e ao comentarem em um blog, estão pensando duas vezes no que iram escrever, e muitas vezes até pesquisando mais a respeito do assunto em questão para não escrever bobagem, sabendo do perigo da indexação do Google.

Exatamente por isso as pessoas estão ficando mais inteligentes, pois finalmente na Web, para escrever algo, você precisa ter precisão no que está fazendo, caso contrário poderá pagar de ridículo.

Será que estou pagando agora?

Web 2.0 espelha humildade humana

Sim, é bem estranho o nome do post, mas é isso que eu vejo ao olhar para os sites que se dizem rotulado por “Web 2.0″. A maioria dos sites de relacionamentos sociais, por exemplo, se sentem orgulhosos e de certa forma menos pressionados por seus usuários por usarem sempre ao lado da logo a palavra beta.

Essa palavra quer dizer que ainda existem falhas, significa que o sistema está em fase de crescimento, aperfeiçoamento e que possivelmente sua experiência ao usá-lo não será impecável. Você encontrará erros, mas isso não importa, pois o site é humilde e assume suas imperfeições, e ainda por cima são abertos a mudanças.

Aí entra o famoso discurso do Open Source, que tem por principal ideologia o trabalho e o aperfeiçoamento colaborativo. Um programa fechado tende a cair e ficar velho, mas se é aberto, sempre existirá alguém para melhorá-lo e não deixá-lo morrer.

E o que isso tem a ver com humildade humana? Você deve estar se perguntando. O homem que é verdadeiramente humilde guarda dentro dele uma dádiva bem simples, natural, que muitas vezes é a principal razão do seu sucesso.

Nós, seres humanos, somos todas versões betas de nós mesmos, e felizmente nunca seremos nossa própria versão perfeita. Desde o dia em que nascemos, até o dia de nossa morte, estaremos em constante evolução, e o que nos torna diferente é assumirmos nossas imperfeições e sentirmos orgulho das mesmas, pois são elas que nos caracterizam e nos fazem ser bons profissionais.

Os sites que utilizam da palavra beta sabem muito bem disso, e é exatamente por isso que eles mesmos depois de cinco anos de sucesso, ainda carregam essa palavra, pois seus desenvolvedores acreditam que o que existe hoje no sistema, é muito pequeno perto do que ele pode ser futuramente, e a potencialidade da equipe responsável pela sua funcionalidade.

A partir do momento em que nos julgamos bons, paramos de evoluir e isso seria fatal para qualquer aplicação na Web, pois para sobreviver nesse cyber-espaço é preciso humildade, reconhecer seus erros para estar sempre em eterna evolução.

Por isso, lamente-se de suas perfeições e busquem assumir suas imperfeições, pois são elas que o motivaram a buscar novos conhecimentos e a melhorar suas aplicações na Web. A partir do momento que o seu site for perfeito, ele não durará muito tempo…